Entrada gratuita e aberta ao a partir das 10h
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| Foto: Lucas Castanhola Dias/ Banner: Carol Sackser (Ascom/Inpa) |
A Casa d’Arraia será inaugurada nesta quinta-feira (3/9), no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). O novo espaço reunirá ações de educação ambiental e arte, como parte do projeto de extensão “Arraias do Bosque: Um Mergulho Profundo na Biologia das Arraias Amazônicas”, coordenado pelo docente Lucas Castanhola Dias.
A entrada é gratuita, e o público poderá visitar o novo espaço a partir das 10h, localizado na avenida Bem-Te-VI, s/n, Petrópolis.
Logo na chegada, os visitantes terão uma experiência imersiva com a pintura de um mural na fachada da Casa, que reúne elementos inspirados no universo das arraias. A obra é assinada pelos artistas Juliana Lama e Alessandro Hipz.
Em seu interior,o espaço contará com aquários expositivos e recursos educativos voltados à divulgação da ciência. O projeto também prevê materiais de apoio e atividades de extensão, envolvendo estudantes de graduação e pós-graduação na mediação científica e em ações de educação ambiental.
A iniciativa busca ainda contribuir para reduzir estigmas relacionados às arraias e mostrar que prevenção de acidentes e conservação da biodiversidade são objetivos complementares.
Sobre o projeto
Coordenado pelo pesquisador Lucas Castanhola Dias, docente que atua nas áreas de biologia e toxinologia de arraias amazônicas, o projeto reúne informações produzidas a partir de pesquisas sobre esses animais. Entre os estudos desenvolvidos estão análises sobre a estrutura dos ferrões, a produção e ação das toxinas e as respostas do organismo aos acidentes provocados pelas arraias.
A proposta é levar esse conhecimento para além do ambiente acadêmico. Por meio do projeto, resultados de pesquisas científicas são transformados em conteúdos acessíveis ao público, contribuindo para ampliar a compreensão sobre a biologia das arraias amazônicas e os efeitos de seus mecanismos de defesa.
O projeto conta com apoio do Inpa em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).
*Com informações de assessoria
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